sexta-feira, 3 de abril de 2026

 

Um presente de Deus

Ele suou gotas de sangue em profusão,
No jardim chamado das oliveiras,
A sua agonia era tão verdadeira ,
Que tornou-se em tamanha comoção.

Entrou em sofrimento antecipado,
Reconhecida que era a sua humanidade,
Mas nele residia toda verdade,
Naturalmente.

O pai lhe confiara aquela dolorosa missão,
Pois bem conhecia o seu senso de obediência,
Em momento algum Jesus fez qualquer exigência 
E muito menos qualquer objeção.

A cruz que era maldição,
Tornou-se à benção da redenção,
Da qual somos os mais beneficiados,
Quando entendemos o seu real significado.

Jesus venceu a morte pela ressurreição,
Quando no terceiro dia do sepulcro saiu,
Esse sepulcro vazio quem acreditou viu,
Que não era nenhuma imaginação.

Há  dois mil anos tudo isso aconteceu,
Que ainda se encontra vivo em nossa memória, 
Isso não é conto de fadas mas, verdadeira história,
Sobre esse presente que Deus nos deu.


Denio Reis