sábado, 31 de janeiro de 2026

 

BOTIJA DE AZEITE


Somos como a botija do Senhor,
Onde o Espirito Santo faz morada,
Numa medida completa e recalcada,
Sendo ao mesmo tempo o nosso consolador.


A viúva estava pobre e endividada,
Já não sabia mais o que fazer,
Apelou para o profeta mas sem se esquecer ,
Que estava em Deus, a solução esperada.


Eliseu entendeu a sua reinvindicação,
Ao seu clamor não ficou indiferente,
Mas, queria que ela simplesmente,
Abrisse o seu coração.


Ela humilhou-se perante Elizeu,
Profeta de Deus de vida consagrada,
Que pediu à Elias do seu  espirito, porção dobrada,
Ao que ele de pronto concedeu.


O azeite da botija foi multiplicado, 
O milagre simplesmente aconteceu,
Já que às ordens do profeta a viúva obedeceu,
E o socorro não lhe foi negado.


Denio  Reis


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